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O Brasil tem muitos cristãos e pouca piedade

O Brasil tem muitos cristãos e pouca piedade

O Michaelis Dicionário da Língua Portuguesa define a palavra piedade da seguinte forma:

pi·e·da·de (sf)

1 Amor e respeito às coisas religiosas; devoção, religiosidade.

2 Compaixão pelo sofrimento alheio; comiseração, dó, pena.

É interessante perceber que a palavra tem duas definições: 1. religião 2. compaixão pelo próximo. A Bíblia retrata a piedade de forma muito parecida.

“A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo.” — Tiago 1:27

“Ele defende a causa do órfão e da viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe alimento e roupa. Amem os estrangeiros, pois vocês mesmos foram estrangeiros no Egito.” — Deuteronômio 10:18-19

A religião que Deus aceita, é aquela que cuida do órfão, da viúva e do estrangeiro. Será que nós cristãos deixamos de cuidar daqueles que mais precisam de ajuda? Será que a nossa religião não tem sido agradável a Deus? Vejamos os dados.

A Unicef identificou 3,7 milhões de crianças como órfãos de pai ou mãe no Brasil, e em 2017 o Brasil tinha 47 mil crianças vivendo em abrigos.

Mais de 11 milhões de famílias são lideradas por mães solteiras; mulheres vivem em média 7 anos mais que os homens, por isso, cada vez mais mulheres vivem sozinhas depois dos 70 anos de idade.

Atualmente o Brasil tem mais de 7000 refugiados, todos provenientes de países em crise econômica, política ou guerra constante. Muitos refugiados sofrem preconceito e são “mandados embora” pelos brasileiros. A xenofobia é um problema sério e pouco discutido atualmente.

Nosso país é 86% cristão, contando evangélicos e católicos. E mesmo assim os problemas sociais continuam aumentando. Não creio que a igreja brasileira não esteja fazendo nada a respeito, mas talvez esteja fazendo muito pouco.

Para que uma mudança significativa aconteça, precisamos entender os problemas e equipar os cristãos e a sociedade para a tarefa. A maioria das pessoas desconhece a gravidade dos problemas ou é indiferente à dor do próximo.

Precisamos ser a diferença que essas pessoas precisam, nós podemos aliviar a dor do órfão, da viúva e do estrangeiro. Assim como Jesus se compadecia e ajudava a todos que via sofrendo, não podemos ver o sofrimento e não fazer nada.

 

Murilo Ternes – Redator da Onda Dura Joinville

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